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Novamente Geografando

Este blog recolhe e organiza informação relacionada com Geografia... e pode ajudar alunos que às vezes andam por aí "desesperados"!

Novamente Geografando

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Mau planeamento urbano pode ser responsável pela obesidade das crianças

Mäyjo, 30.09.13

 

Mau planeamento urbano pode ser responsável pela obesidade das crianças

 

O número de crianças obesas nos Estados Unidos duplicou nos últimos 30 anos – apenas 8% dos jovens entre os 12 e 19 anos têm a hora recomendada de actividade física diária. As investigações mostram que alguns factores são genéticos, ou ligados ao hábito, mas uma das áreas menos exploradas tem a ver com o que rodeia o corpo e não necessariamente com o que se ingere.

Um grupo de investigadores da Universidade da Califórnia, nos Estados Unidos, quis averiguar se o design da vizinhança pode moldar a actividade e a saúde das pessoas. Para isso, mediram os níveis de actividade das crianças de uma comunidade com crescimento inteligente (bairro tranquilo, espaços verdes, construção compacta, variedade de transportes, etc.), comparativamente aos níveis de actividade das crianças de comunidades suburbanas convencionais. Ligando GPS e acelerómetros às presilhas das calças de 386 crianças, acompanharam a sua actividade a cada 30 segundos – 120 vezes por hora –, durante uma semana.

Após a análise dos resultados, os investigadores deram conta de uma diferença significativa: as crianças do bairro com crescimento inteligente mostraram níveis de actividade 46% superiores aos das outras crianças a viverem em fileiras de habitações do pós-guerra.

Segundo o Fast Coexist, a equipa estimou que, por viverem em comunidades bem estruturadas, as crianças estão susceptíveis a ganhar mais 10 minutos de actividade física moderada a vigorosa à volta das suas casas.

Ainda assim, os níveis gerais de actividade entre as duas comunidades distintas foram semelhantes. “Isto significa que os pais e as crianças que vivem nessas comunidades convencionais devem estar envolvidos em actividades físicas fora do seu bairro”, observa Michael Jerrett, autor principal do artigo.

Os resultados apoiam a ideia de que o design dos bairros pode desempenhar um papel importante na saúde. Jerrett defende que a actividade física nas comunidades com crescimento inteligente é mais justo: “Ao manter a actividade física no local, de forma gratuita, as pessoas não vão ser economicamente impedidas de participar.”

 

Foto: Sob licença Creative Commons

 

in: Green Savers

Diferenças térmicas do oceano podem criar electricidade para o Havai

Mäyjo, 30.09.13

Diferenças térmicas do oceano podem criar electricidade para o Havai

 

Na Big Island, ou ilha do Havai, a maior do arquipélago, os preços do gás e os custos da energia eléctrica estão entre os mais altos dos Estados Unidos, devido a uma iminente crise energética. Mas a solução para este problema existe – e parece estar no oceano.

A grande diferença de temperaturas registada no oceano, desde a superfície mais quente às águas profundas muito frias, tem o potencial de criar energia através da chamada conversão de energia térmica oceânica (OTEC).

O Havai é um dos mais desejados palcos de OTEC, devido às grandes disparidades de temperatura da água na região. Segundo o Huffington Post, as ilhas havaianas podem produzir 15% mais energia do que as instalações tradicionais de OTEC.

Mas como, concretamente, é que duas diferentes temperaturas na água se combinam para criar energia? Começam por ser aquecidos na água à superfície tubos de amoníaco, de modo a produzirem vapor que acciona uma turbina em terra e gera electricidade. O gás é depois passado através da água fria, que é bombeada para cima desde as profundezas, para o transformar de novo num líquido utilizável.

A actual fábrica da Makai Ocean Engineering é de 100 kilowatts e o plano passa por lhe instalar uma turbina em Março de 2014. O objectivo final da empresa é a criação de uma fábrica de 100 megawatts, que poderia fornecer energia suficiente para toda a ilha do Havai. A instalação ocuparia uma plataforma offshore e poderia custar mais de €749 milhões (R$ 2,3 mil milhões).

 

 

in: Green Savers

As 10 cidades mais ameaçadas por desastres naturais

Mäyjo, 29.09.13

 

As 10 cidades mais ameaçadas por desastres naturais

 

O mundo é hoje palco de duas grandes tendências: a sua população está, cada vez mais, a concentrar-se nos centros urbanos, e a mudança climática está a ampliar a intensidade dos desastres naturais e, assim, a agravar os seus danos. Quando estes dois factos se misturam, o resultado são estragos anuais entre os €44 mil milhões (R$ 133 mil milhões) e os €74 mil milhões (R$ 221 mil milhões), fruto de furacões, terramotos e inundações.

A tendência de maiores tempestades no mundo, aliadas a mais pessoas nas grandes cidades – geralmente perto da água –, fazem soar o alerta. E a questão coloca-se: afinal que cidades enfrentam maiores riscos actualmente? As respostas seguem-se, tendo em conta o número de pessoas em perigo e o impacto sobre a economia do país.

Os resultados são baseados num relatório da seguradora suíça Swiss Re. Muitas das cidades ameaçadas estão localizadas na Ásia, o continente que tem sido exposto à mais ampla gama de desastres naturais, de acordo com o documento.

Há mais cidades em situação de risco no Japão do que em qualquer outro país, porque este se encontra numa das linhas de falhas mais activas do planeta.

 

As cidades mais ameaçadas, tendo em conta o número de pessoas afectadas:

  1. Tóquio e Yokohama, Japão (terramotos)
  2. Manila, Filipinas (terramotos)
  3. Delta do Rio das Pérolas, China (tornados)
  4. Osaka e Kobe, Japão (terramotos)
  5. Jakarta, Indonésia (terramotos)
  6. Nagoya, Japão (terramotos)
  7. Kolkata, Índia (inundações)
  8. Xangai, China (inundações)
  9. Los Angeles, Estados Unidos (terramotos)
  10. Teerão, Irão (terramotos)

 

As cidades mais ameaçadas, tendo em conta o impacto na economia do país:

  1. Manila, Filipinas (terramotos)
  2. Amesterdão e Roterdão, Holanda (tornados)
  3. Tóquio e Yokohama, Japão (terramotos)
  4. São José, Costa Rica (terramotos)
  5. Guayaquil, Equador (inundações)
  6. Taipé, Taiwan (terramotos)
  7. Jamena, Chade (inundações)
  8. Nagoia, Japão (terramotos)
  9. Tainan e Kaoshiung, Taiwan (terramotos)
  10. Lima, Peru (terramotos)

 

 

 

in: Green Savers

Para onde vai o plástico atirado ao mar nas praias portuguesas?

Mäyjo, 28.09.13

Para onde vai o plástico atirado ao mar nas praias portuguesas?

 

O centro de pesquisa australiano para a excelência da ciência climática lançou um site onde qualquer pessoa pode seguir os resíduos plásticos – e perceber como eles se movimentam livremente nos mares e oceanos e como estão dependentes das correntes marítimas.

O site, chamado Adrift, permite-nos saber como estes plásticos formam verdadeiras ilhas que flutuam nos oceanos, matando milhares de animais por anos.

O site conta com a ajuda de um pato de borracha e utiliza um método científico baseado em bóias monitorizadas que flutuam pelas correntes no meio dos restos plásticos.

Estas bóias enviam mensagens aos cientistas a cada seis horas, dando informações sobre a sua localização e condições onde estão naquele momento. O utlizador entra no site, clica num qualquer ponto do mapa e o tal pato de borracha de que falámos no início do artigo mostra onde vai parar uma garrafa de plástico que alguém atirou ao mar numa qualquer praia do mundo.

Na animação é possível ver o caminho feito pelo plástico até 10 anos, depois de ele ter sido lançado à água. Se atirar uma garrafa de água para o mar numa qualquer praia da Costa da Caparica, por exemplo, ela irá dirigir-se para a zona de Cuba e México, como pode ver no site.

O site ajuda também a monitorizar os resíduos de Fukushima, no Japão, explicando que eles se dirigem actualmente para os Estados Unidos.

Veja o site.

 

in: Green Savers

Consumidores procuram cada vez mais rótulos ambientais

Mäyjo, 27.09.13

Consumidores procuram cada vez mais rótulos ambientais

 

A procura de materiais renováveis e rótulos ambientais, junto dos consumidores, aumentou a nível global, de acordo com o 5º estudo bianual da Tetra Pak para a área do ambiente. Segundo o Protege o que é Bom, o estudo revela que a reciclagem se mantém como principal expectativa, para consumidores e operadores, na indústria alimentar.

O estudo revela um incremento significativo na atitude face aos materiais renováveis entre os agentes da indústria alimentar, impulsionado pelo recente desenvolvimento de novas tecnologias. A utilização de materiais de origem biológica é destacada como uma das principais tendências ambientais que moldam o futuro das embalagens para bebidas.

Segundo o Protege o que é Bom, o relatório afirma ainda que os consumidores continuam a pontuar as embalagens de cartão para alimentos líquidos como o tipo de embalagem mais “amiga do ambiente”, devido à utilização do cartão – um material renovável. Por outro lado, mais de 50% dos consumidores acredita que a utilização, nas embalagens, de plástico de origem biológica, irá melhorar ainda mais a imagem ambiental das embalagens de cartão para alimentos líquidos. 

Rotulagem ambiental é mais procurada

O relatório identifica também um crescimento da procura de informação ambiental por parte dos consumidores. De modo a fazerem escolhas informadas, 37% dos consumidores procuram, de forma regular, a presença de selos ambientais nas embalagens alimentares. Actualmente, 54% dos consumidores confia na rotulagem ambiental comparativamente com os 37% registados em 2011. Um em cada cinco consumidores inquiridos neste estudo reconhecem o logotipo do Forest Stewardship Council™ (FSC™), com maior associação à gestão responsável das florestas.

Por outro lado, a separação e deposição selectiva das embalagens usadas para posterior reciclagem continua a ser a principal actividade ambiental entre os consumidores, uma variável que se mantém desde 2005. A reciclabilidade dos materiais de embalagem é uma das principais prioridades para os operadores da indústria alimentar no desenvolvimento de um novo produto ou serviço.

O estudo inquiriu 7.000 consumidores e mais de 200 representantes da indústria alimentar de 13 países, incluindo o Brasil. Portugal não faz parte desta lista.

Consulte o relatório na íntegra no Protege o que é Bom.

 

in: Green Savers

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